sexta-feira, 23 de junho de 2017

Sexta Na Usina: Poetas da Rede: Raúl Ferrão:RIO DOS MEUS POEMAS:


Fui ver o rio pela manhã.
O cheiro a maresia brindou a minha chegada.
Um arrepio de prazer percorreu

esta embalagem de sonhos 

com que me visto e a que chamam poeta.



Bom dia Rio dos meus poemas.



Como eu queria 

ter um amor feito rio, 

Como eu queria amar no infinito

e ainda lá estar agora
envolto nos seus beijos e abraços.

É na varanda deste Tejo 
que entrego ao Rio as minhas lágrimas.
E peço aos ventos que me afagam
que te levem, tristeza, para bem longe de mim.

Vai-te embora tristeza por favor.
Quero ficar só.
Deixa-me só neste meu rio de poemas.
Deixa-me só como um barco abandonado
Deixa-me só na minha maré vazia
Deixa-me fazer parte de mim finalmente 
No meu esteiro de morte assim deitado

Deixa-me, tristeza em forma de gente.
Deixa-me sem piedade, nem dó.
Que a solidão é menos triste
que estar contigo e sentir-me só.

Raúl Ferrão

Sexta Na Usina: Poetas Da Rede: van Oliveira Melo:TORTURA:


Olho nas águas escuras a correnteza que vagueia

Carregando o lixo das ilusões em direção ao mar

Onde desemboca imperfeições que me fazem chorar

As derradeiras lágrimas que me improvisam e me cerceiam...



Sento-me no alto de uma pedra... O rio parece infinito!

As horas perambulam vazias e eu ali, solitário

Assistindo ao desfecho crônico de mais um dia

E uma pergunta sem resposta entravada na mente...

Posso eu mesmo perdoar-me? De repente, chuva... estou livre!

Sexta Na Usina: Poetas Da rede:Wilson De Jesus Costa:O telefone:


hoje, o telefone ficou em silêncio
ela não ligou, de capricho, não ligarei.

é noite, tudo muito quieto

sinto falta de sua voz dizendo:

'não me ligou amor?'

mas resisto. não vou ligar.

vou dormir. prefiro sonhar

sonhar é estar perto do real...

quando o telefone tocar

responderei com voz sonolenta 

dizendo estar cansado

não falarei com ela

serei durão como os fortes
afinal sou guerreiro
vencedor em todas batalhas
vou ficar elucubrando
afinal se ela não me ligou...
não quer falar comigo, e daí?
medito. conto até três
apanho o telefone
não resisto.
vou ligar pra ela.
Wilson de Jesus Costa

Sexta Na Usina:Poetas Da Rede:Júlio César Benjamin: JANELAS:



Janelas não são

janelas-

são os meus olhos

escancarados

que se escorrem para o mundo

são os meus olhos

que se fecham pra não ver.



Janelas-estas minhas imensas

Janelas
são portais magníficos
que dão para os sete ventos,
para o Setestrêlo,
para as Plêiades
e para dentro de tudo o que eu sou.

As minhas janelas
consomem o Infinito
e devolvem-me toda a paz de que
preciso
flutuando em líquido e doce amor.

Sexta Na usina: Poetas da Rede:Edson Moreira Costa:GAMAR:



8 de janeiro de 2013 13:11

Outra vez nos entregamos, com ardor, os mesmos pássaros cantavam lá fora, mais uma vez nos amamos ! E foi muito calor, eu te amo, e você só diz que me adora;

Trocamos juras de amor! Verdades e mentiras, meias palavras, juramos amor eterno e... Mais uma vez tivemos de nos despedir, eita amor bandido, que não finca raízes, um tesão que dá asas. Um amor, poluído, desconfiado, mas delicia de sentir.

E assim misturamos amores e desencontros, pegas, regaços e amores profanos, não posso me livrar dessa prisão de seu ventre, nem posso me livrar da chave de suas pernas e tronco e não posso cair de seus galopes, pois assim eu te amo.

Na mistura de nossos suores, uma escalada bendita, no entrelace de nossos corpos..nús, amor a queimar, gemidos que ensurdecem os silêncios, amor infinito, invado seu corpo, como um naufrago que nem sabe nadar.

Eu sinto os teus lábios percorrendo o meu corpo, como um leve resfriar que esquenta meu sexo, tua voz dengosa sussurrando seu gozo, balbucia impropérios e palavras sem nexo.

Teus olhos incisivos me deixam corpo e alma nua, invades meu eu sem respeito a minha intimidade, ufa, a gota d’agua, vem que esse corpo e vida, é propriedades sua, me pega, consome, me ama me queira, me coma, me traga.

Em mãos que acariciam lugares, que roubam de mim me suspiros de tesão! Depois de amar, rimos de tudo e de coisa alguma... acaricio seus seios , misturamos lágrimas e sorrisos, a distancia nos afasta, mundo cão , mesmo de longe, em palavras e sonhos falamos de nossos anseios...(Edson Costa) 22/10/2012














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quinta-feira, 22 de junho de 2017

Poesia De quinta Na Usina: D'Araújo:“Templo ou trono”:





Deus só habita um único templo ou trono.
Que é seu coração.
E não precisa pedir ou deixá-lo entrar.
Por que, se somos imagem e semelhança.
De Deus, então eis que somos:
Deus em matéria.
Mas lembre - se sempre, que o amor e o ódio
Caminham lado a lado, e jamais esqueça...
Que a mesma mão que acaricia, mata...


Pensamento do Dia:

Era tanto amor, que pensei que não era meu.


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Acróstico:









Acróstico é um gênero de composição geralmente poética, que consiste em formar uma palavra vertical com as letras iniciais ou finais de cada verso gerando um nome próprio ou uma sequência significativa.
Os acrósticos já existiam na antiguidade com escritores gregos e latinos e na Idade Média com os monges. Foi um gênero muito utilizado no período barroco, durante os séculos XVI e XVII, e ainda hoje é muito utilizado por pessoas de várias faixas etárias, classes sociais e culturas diferentes.
A palavra ACRÓSTICO originou-se da palavra grega Ákros (extremo) e stikhon (linha ou verso), onde o prefixo indica extremidade, apontando a principal característica desse tipo de composição poética: as letras de uma das extremidades de cada verso vão formando uma palavra vertical. Mas as letras podem também aparecer no meio do verso.
Vejamos o acróstico utilizado pela potisa paranaense Santher:
Minha Razão de Viver
Felicidade maior que se 

Instalou em minha vida... 
Luz que ilumina e me mostra o 
Horizonte a seguir... Abrigo 
Onde repouso meus 
Sonhos, sem nunca pensar em desistir

Segundo a Enciclopédia Britânica, o acróstico é utilizado desde a antiguidade, inclusive nos livros bíblicos dos Provérbios e dos Salmos.
Em português o acróstico apareceu no Cancioneiro geral (século XVI) e chegou a ser feito por Camões, no soneto CCIX, cujo primeiro verso é “Vencido está de amor meu pensamento".
Há muitas variantes: o acróstico alfabético, em que se vai enfileirando o alfabeto verticalmente; o mesóstico, em que as letras da palavra-chave aparecem no meio da composição, no final de cada primeiro hemistíquio ou início do segundo; e outras modalidades ainda mais complicadas.
Fizeram-se acrósticos em prosa, com as letras do começo de cada parágrafo, e se chegou a verdadeira mania de acrósticos nos tempos do barroco.
Um trabalho de autor nacional sobre acrósticos, é o de Dorival Pedro Lavirod. De sua autoria é a fábula intitulada “O Sapo e a Borboleta”, cujos versos são os seguintes:
Sabia que sou mais bonita?

A borboleta disse ainda ao sapo:
Pobre batráquio asqueroso,
O que você é me causa nojo!

E o sapo, com toda calma do mundo,
Assim respondeu à borboleta:
Bonita é minha natureza anfíbia,

O que, também, me protege mais,
Rios e solo me dão guarida,
Brejos e até mesmo matagais!
O que você faz para se defender?
Livre, viajo sobre todos os animais!
E, num segundo, o sapo projetou
Tamanha língua no espaço,
Acabando, assim, com o embaraço!

Os acrósticos podem ser simples, com frases, nomes ou palavras que não tenha ligação entre si, ou ainda poemas completos. Podem ser encarados como atividade lúdica, tornando-se um jogo muito interessante. Assim, uma das funções pode ser ressaltar as qualidades ou defeitos de alguém.
Pode-se dar evidência às letras em cada verso para evidenciar a quem são dedicados, ou ainda deixá-las sem evidência alguma, para torná-las secretas. Depende da intenção com que se fez o acróstico. Os acrósticos são ainda encontrados na Bília, principalmente nos Salmos, e em alguns poemas com o objetivo de revelar sua autoria.
Podemos dizer que o acróstico parece englobar três funções: 1) uma procura de virtuosidade própria dos poetas palacianos; 2) um carácter lúdico que designa todo um jogo de espírito sutil; 3) um certo gosto pelo secreto.
Exemplo:
Portugal, séc. XV, “meu pensamento”:
Vencido está de amor meu pensamento,

O mais que pode ser vencida a vida,
Sujeita a vos servire instituída,
Oferecendo tudo a vosso intento.
Contente deste bem, louva o momento
Ou hora em que se viu tão bem perdida;
Mil vezes desejando a tal ferida,
Otra vez renovar seu perdimento.
Com esta pretensão está segura
A causa que me guia nesta empresa.
Tão sobrenatural, honrosa e alta,
Jurando não seguir outra ventura,
Votando só para vós rara firmeza,
Ou ser no vosso amor achado em falta.

Neste caso a frase é Vosso como cativo, mui alta senhora, e constitui um duplo acróstico, composição difícil, na qual a leitura de duas séries de letras separadas forma uma frase significativa. Mas se relermos o repertório das curiosidades poéticas deparamos com o pentacróstico aue repete cinco vezes a mesma palavra, em cinco partes verticais dos versos (v. Tratatus de Executoribus de Silvestre de Morais, Tome II, Lisboa, 1730, p. 11).
O acróstico dissimula a palavra, que ele dá, escondendo-a; e requer do leitor uma certa esperteza para descobrir a sua subtileza. Relaciona-se com a adivinha e liga-se logicamente com ela pois existem enigmas em verso cujo nome figura em acróstico. Um autor pode assinar com um tipo de assinatura  cifrada o seu próprio nome em acróstico.
Definição Dicionarizada:

acróstico
(grego akrostikhís, -ídos)
s. m.
1. Versif. Composição poética em que cada verso principia por uma das letras da palavra que lhe serve de tema.
2. Tipo de texto em que as primeiras letras de cada linha ou parágrafo formam verticalmente uma ou mais palavras.
adj.
3. Relativo a essa composição ou a esse tipo de texto (ex.: poesia acróstica). = acrostiqueno

Fontes:
http://www.fernandodannemann.recantodasletras.com.br
http://muraldosescritores.ning.com
http://www.fcsh.unl.pt/invest/edtl/verbetes/A/acrostico.htm
Arquivado em: Gêneros Literários:
Fonte de origem:

Poesia De quinta Na Usina: Fernando Pessoa; Anjos ou Deuses:


 Anjos ou deuses, sempre nós tivemos,
A visão perturbada de que acima
De nos e compelindo-nos
Agem outras presenças.
Como acima dos gados que há nos campos
O nosso esforço, que eles não compreendem,
Os coage e obriga

E eles não nos percebem,

Poesia De Quinta Na Usina:Machado de Assis: Coração Perdido.





Buscas debalde o meigo passarinho
Que te fugiu;
Como quer que isso foi, o coitadinho
No brando ninho
Já não dormiu.
O coitado abafava na gaiola,
Faltava-lhe o ar;
Como foge um menino de uma escola,
O mariola
Deitou-se a andar.
Demais, o pobrezito nem sustento
Podia ter;
Nesse triste e cruel recolhimento
O simples vento
Não é viver.
Não te arrepeles. Dá de mão ao pranto;
Isso que tem?
Eu sei que ele fazia o teu encanto;
Mas chorar tanto
Não te convém.
Nem vás agora armar ao bandoleiro
Um alçapão;
Passarinho que sendo prisioneiro
Fugiu matreiro

Não volta, não!

Poesia De Quinta Na Usina: Fernando Pessoa: A Casa Branca Nau Preta:


Estou reclinado na poltrona, é tarde, o Verão apagou-se...
Nem sonho, nem cismo, um torpor alastra em meu cérebro...
Não existe manhã para o meu torpor nesta hora...
Ontem foi um mau sonho que alguém teve por mim...
Há uma interrupção lateral na minha consciência...
Continuam encostadas as portas da janela desta tarde
Apesar de as janelas estarem abertas de par em par...
Sigo sem atenção as minhas sensações sem nexo,
E a personalidade que tenho está entre o corpo e a alma...
Quem dera que houvesse
Um terceiro estado pra alma, se ela tiver só dois...
Um quarto estado pra alma, se são três os que ela tem...
A impossibilidade de tudo quanto eu nem chego a sonhar
Dói-me por detrás das costas da minha consciência de sentir...
As naus seguiram,
Seguiram viagem não sei em que dia escondido,
E a rota que devem seguir estava escrita nos ritmos,
Os ritmos perdidos das canções mortas do marinheiro de sonho...
Árvores paradas da quinta, vistas através da janela,
Árvores estranhas a mim a um ponto inconcebível à consciência de as estar vendo,
Árvores iguais todas a não serem mais que eu vê-las,
Não poder eu fazer qualquer coisa gênero haver árvores que deixasse de doer,
Não poder eu coexistir para o lado de lá com estar-vos vendo do lado de cá.
E poder levantar-me desta poltrona deixando os sonhos no chão...
Que sonhos? ... Eu não sei se sonhei ... Que naus partiram, para onde?
Tive essa impressão sem nexo porque no quadro fronteira
Naus partem — naus não, barcos, mas as naus estão em mim,
E é sempre melhor o impreciso que embala do que o certo que basta,
Porque o que basta acaba onde basta, e onde acaba não basta,
E nada que se pareça com isto devia ser o sentido da vida...
Quem pôs as formas das árvores dentro da existência das árvores?
Quem deu frondoso a arvoredos, e me deixou por verdecer?
Onde tenho o meu pensamento que me dói estar sem ele,
Sentir sem auxílio de poder para quando quiser, e o mar alto
E a última viagem, sempre para lá, das naus a subir...
Não há, substância de pensamento na matéria de alma com que penso ...
Há só janelas abertas de par em par encostadas por causa do calor que já não faz, 
E o quintal cheio de luz sem luz agora ainda-agora, e eu.
Na vidraça aberta, fronteira ao ângulo com que o meu olhar a colhe 
A casa branca distante onde mora... Fecho o olhar...
E os meus olhos fitos na casa branca sem a ver
São outros olhos vendo sem estar fitos nela a nau que se afasta.
E eu, parado, mole, adormecido,Tenho o mar embalando-me e sofro...
Aos próprios palácios distantes a nau que penso não leva.
As escadas dando sobre o mar inatingível ela não alberga.
Aos jardins maravilhosos nas ilhas inexplícitas não deixa.
Tudo perde o sentido com que o abrigo em meu pórtico
E o mar entra por os meus olhos o pórtico cessando.
Caia a noite, não caia a noite, que importa a candeia
Por acender nas casas que não vejo na encosta e eu lá?
Úmida sombra nos sons do tanque noturna sem lua, as rãs rangem,
Coaxar tarde no vale, 
porque tudo é vale onde o som dói.
Milagre do aparecimento da Senhora das Angústias aos loucos,
Maravilha do enegrecimento do punhal tirado para os atos,
Os olhos fechados, a cabeça pendida contra a coluna certa,
E o mundo para além dos vitrais paisagem sem ruínas...
A casa branca nau preta...

Felicidade na Austrália...

Poesia De Quinta Na Usina:Machado de Assis: VISIO:


Eras pálida. E os cabelos,
Aéreos, soltos novelos
Sobre as espáduas caíam...
Os olhos meio cerrados
De volúpia e de ternura
Entre lágrimas luziam...
E os braços entrelaçados,
Como cingindo a ventura,
Ao teu seio me cingiam...

Depois, naquele delírio,
Suave, doce martírio
De pouquíssimos instantes
Os teus lábios sequiosos,
Frios, trêmulos, trocavam
Os beijos mais delirantes,
E no supremo dos gozos
Ante os anjos se casavam
Nossas almas palpitantes...

Depois... depois a verdade,
A fria realidade,
A solidão, a tristeza;
Daquele sonho desperto,
Olhei... silêncio de morte
Respirava a natureza,
Era a terra, era o deserto,
Fora-se o doce transporte,
Restava a fria certeza.

Desfizera-se a mentira:
Tudo aos meus olhos fugira,
Tu e o teu olhar ardente,
Lábios trêmulos e frios,
O abraço longo e apertado,
O beijo doce e veemente;
Restavam meus desvarios,
E o incessante cuidado,
E a fantasia doente.

E agora te vejo. E fria
Tão outra estás da que eu via
Naquele sonho encantado!
És outra, calma, discreta,
Com o olhar indiferente,
Tão outro do olhar sonhado,
Que a minha alma de poeta
Não se vê a imagem presente
Foi a visão do passado.

Foi, sim, mas visão apenas;
Daquelas visões amenas
Que à mente dos infelizes
Descem vivas e animadas,
Cheias de luz e esperança
E de celestes matizes:
Mas, apenas dissipadas,
Fica uma leve lembrança,
Não ficam outras raízes.

Inda assim, embora sonho,
Mas, sonho doce e risonho,
Desse-me Deus que fingida
Tivesse aquela ventura
Noite por noite, hora a hora,
No que me resta de vida,
Que, já livre da amargura,
Alma, que em dores me chora,
Chorara de agradecida!

Poesia De Quinta Na Usina: D'Araujo:Poema: Sina.




Em traços melodiosos e ruínas terço 
a minha sina feito a seda do desejo 
da mais pura essência dos verdes 
campos da minha alma.

Alimento a minha alma com o Nec 
ta das flores que tremulam com os 
ventos da paz tão desejada

Entrelaçando meu sono, meu sonho 
e meus inumeráveis pensamentos.

D'Araujo.

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Eurythmics - The Miracle Of Love (Live) Legendado em PT- BR




A Arte de ser Feliz

Se ame muito, sorria sempre, ignore aqueles que não te acrescenta nada,


vá há luta, sonhe, realize, erre muito, pois só não erra quem nunca tentou fazer nada, se não ficou como você queria, sonhe novamente realize, erre mas um pouco, caiu, não importa ninguém aprende à levantar-se se nunca cair, recomece tudo outra vez quantas vezes for necessário, peça ajuda reflita, sonhe realize, ser feliz é fácil, construir felicidade tem seu preço, não entregue ou agregue nada de importante na sua vida nas mãos de terceiros você é o senhor de si mesmo, não aceite sonhos prontos, construa cada um dos seus, ame muito, permita-se ser amado, compartilhe com quem ama o que há de melhor em você, então sonhe, realize, erre, só, nunca pare de sonhar de fazer nem de errar, pois a felicidade é o resultado do exercício do fazer sempre...

Quarta Na usina: Poetisas Da Rede:Vera Lúcia Dal Sasso:QUAL A COR DO PECADO?


O pecado é vibrante

Como o fogo crepitante
Não exige somente uma cor
Só o tempero e o sabor
Tem a cor da pele
Que te atrai e nunca te repele
Tem a cor da paixão 
Nesse processo de sedução
Tem inicio, sem tempo para terminar
Quanto mais ele esquentar
Só não o vista de transparente
Mostrando-se indiferente
Pois podes um coração ferir
Se alguém a ti o abrir
Deixe-o multicolorido
Assim jamais estarás arrependido...
Vera Lúcia Dal Sasso @direitos autorais reservados

Quarta Na Usina: Poetisas Da Rede:Martha Lom-torres :Nuestra playa:



mi pensamiento esta volando

sobre la espuma.
mirando las olas que caprichosas
vienen y van sin queme traigan tu 
presencia que tanto espero vida mía¡
Las gaviotas tristes sobrevuelan mi vida
parecen que danzaran sobre las aguas marinas
dando una esperanza a mi mirada triste
parecen que me dijeran espera morena 
que el llegará en en la noche oscura.
más la soledad llega hasta la orilla donde solitaria 
solo veo el mar besando nuestra playa 
donde yo te espero de noche y de día
Tu imagen risueña viene y me abraza
me dice te amo espérame mi vida que llegaré en el
barco donde marché un día 
y en esta nuestra playa seras nuevamente mía
y los recuerdos golpean mi mente 
como el mar golpea la arena
donde me dejaste muriendo aquel día
Ven que yo te espero sentada en la orilla 
con ojos cansados de tanto querer
ver que tu regresas a mi solitaria vida.
quiero ver tu rostro claro debajo de luna 
que vio nuestros amores en esta nuestra playa
de mar y de arena donde nos amamos con ansia serena
donde yo espero para darte de nuevo mis mustias caricias
en la playa ardiente en la que te amé un día.
Descalza te espero.con mi cabello suelto.
mecido por el viento.con mi almas en penas 
como aquella noche en que juntos vimos
las distantes estrellas recordando
aquellas sonrisas de amor y los susuros
que alma le dimos tu y yo vida mía.
ya sin fuerzas por tan larga espera 
te espero en esta nuestra playa
para amarnos tu y yo vida mía.
Martha Lombana 
Medellin Colombia
derechos de autor reservados
27/05/2015.
Nossa praia:

Este mar te separa da minha vida
E eu continuo aqui sentada na orla
Aspirar seu aroma anhelando
Sua presença nesta praia da minha vida.
O meu pensamento esta a voar
Sobre a espuma.
Olhando as ondas que caprichosos
Vêm e vão sem queimado tragam sua
Presença que tanto espero vida minha
As gaviotas tristes sobrevoam minha vida
Parecem que danzaran sobre as águas marinhas
Dando uma esperança ao meu olhar triste
Parecem que me dissessem espera morena
Que o chegará em na noite escura.
Mais a solidão chega até a margem onde solitária
Só vejo o mar besando nossa praia
Onde eu te espero de noite e de dia
Sua imagem agradável vem e me abraza
Me diz te amo espérame minha vida que llegaré no
Barco onde marché um dia
E nesta nossa praia você novamente minha
E as memórias atacam minha mente
Como o mar atinge a areia
Onde me deixou morrer naquele dia
Vêem que eu te espero sentada na orla
Com olhos cansados de tanto querer
Ver que seu retornar à minha solitária vida.
Quero ver seu rosto claro abaixo de lua
Que viu nossos maravilhas nesta nossa praia
De mar e de areia onde nos amamos ansiosamente serena
Onde eu espero para falarem de novo meus mustias caricias
Na praia ardente na que te amé um dia.
Descalza te espero. Com o meu cabelo à solta.
Mecido pelo vento. Com a minha almas em penas
Como aquela noite em que juntos vimos
As distantes estrelas recordando
Aquelas sorrisos de amor e os susuros
Que alma lhe demos sua e eu vida minha.
Já sem forças por tão longa espera
Te espero nesta nossa praia
Para nos amar, sua e eu vida minha.
Martha lombana
Medellin colômbia
Direitos de autor reservados
27/05/2015.